Consultorias de Produtividade e Inovação São Caminho Para Vencer, Sempre.

 

SITUAÇÃO MACROECONÔMICA ATUAL

Quer saber mais sobre consultoria? Convido você a ler este texto até o seu final, porque ao longo de sua leitura você encontrará os motivos necessários para que possa perceber o quanto essa leitura era mesmo necessária e importante.

Então comecemos! Está muito claro que o Brasil não vai voltar à normalidade macroeconômica no curto prazo, porque os agentes políticos, que atuam na direção do país, são despreparados para conduzir uma Plano de Recuperação Nacional, que seria emergencial e necessário, exatamente, neste momento em que tantas dificuldades estão sendo oferecidas para a Nação.

Enquanto os políticos estão disputando o poder de acesso aos principais volumes de recursos financeiros ainda disponíveis, no âmbito das instituições estatais, com objetivos nem sempre claros e normalmente pouco éticos, o pais afunda em uma crise grave, entra em um processo de recessão, gera desemprego, deficit público, inflação alta, provoca falta de investimentos, declínio das vendas, diminuição das exportações e tantos outros sinais inequívocos de que tudo o que foi feito, nos últimos anos, serviu para gerar esses resultados, em decorrência de total despreocupação com as questões nacionais e foco integral na obtenção de ganhos pessoais, por parte de uma grande parte das pessoas integrantes do núcleo central do governo brasileiro.

O resultado de tudo isso é um desastre, inimaginável até bem pouco tempo, com efeitos trágicos para o futuro da economia nacional e para a credibilidade interna e externa do Brasil, os quais, infelizmente, estarão conosco, por um tempo que não pode ser determinado, mas que, com certeza, não será curto. Lamentavelmente, teremos que lutar bravamente para superar os problemas, criados pelas faltas desses últimos governos, ainda, por alguns anos e perderemos muitas empresas ao longo desse caminho, sem qualquer dúvida. Portanto, se ter consciência dessa situação é importante, muito mais importante do que isso é tomar ações que sejam capazes de afastar seus negócios do grupo daqueles que sucumbirão diante dessa crise.

Neste momento o consumo de todos os tipos de bens e serviços está em queda, o que provoca uma espiral negativa de redução dos negócios, que volta a gerar menores vendas, menos investimentos e isso motiva novas reduções dos negócios. Além disso, essa espiral gera redução da arrecadação dos governos, provocando que eles acabem pensando na única saída que conhecem seus cérebros obtusos, que é a de aumentar os impostos, para compensar a redução de suas receitas, o que acarretará, ao contrário do que esperam, problemas ainda maiores para a economia do país, sem resolver o problema da arrecadação.

Aparentemente esse é um ciclo vicioso do qual as pessoas, em sua maioria, não vislumbram uma saída e, por isso, permitem que se instale uma crise de confiança no futuro, que é a causadora de mais problemas, porque a falta de confiança no futuro implica na falta de disposição para fazer novos investimentos ou criar novos negócios, por parte dos agentes econômicos – investidores em geral e empreendedores em particular.

 

NOVO ARRANJO DE FATORES DENTRO DA ECONOMIA

As crises são assim, elas passam a impressão de serem insuperáveis, no entanto, várias já vieram e todas elas passaram. É verdade que as crises vêem e passam e também é verdade que elas sempre deixam lições. As crises econômicas têm o poder de promover um grande rearranjo dos fatores e agentes econômicos dentro de uma sociedade e, em razão disso, acabam proporcionando oportunidades para aqueles que estão mais preparados para buscar soluções para seus negócios ou aqueles que têm menor apego às condições de posicionamento dos negócios e se permitem a flexibilidade suficiente para assumir a necessidade de mudanças, em busca dos melhores resultados.

Dirigir negócios exige capacidade de análise, porém, exige também que a necessidade sistemática de análises não provoque o que as pessoas chamam, de forma bem humorada, de “paralisis de analisis“, ou seja, é importante analisar, mas é fundamental que a coragem e a agilidade estejam presentes, fazendo acontecerem as decisões e as mudanças, porque devemos considerar o que prega a sabedoria  popular, ao dizer que é melhor a gente se arrepender do que fez do que daquilo que se deixou de fazer, porque nada é pior do que ter a visão do que deve ser feito e perder oportunidades, ou até perder negócios, por não ter tido a coragem de assumir o que se sabia que devia ter sido feito.

Quando a economia entra nesses ciclos negativos vários negócios entram em crise e passam a não ter bons resultados, em função, geralmente, do aumento dos custos, num primeiro momento, e da queda de suas vendas, na sequencia, em função do aumento de preços. da queda da demanda ou de ambas simultaneamente. Nesse momento o gestor precisa analisar, com muito rigor e critério, o que está acontecendo com seu negócio, porque, em um primeiro momento desses ciclos, especialmente, quando são longos, como este que assola o Brasil, todos os negócios perdem receita quase que igualmente, porém, em um segundo momento, alguns começam a ter recuperação, enquanto outros continuam em dificuldades ou, até mesmo, começam a ter sua situação agravada, durante a crise.

Essa dinâmica tem origem na tendência de que, na crise, todas as empresas passem a buscar a racionalização de seus processos e buscar economias, em todas as suas atividades. Ao buscar esses ganhos os agentes econômicos tentam encontrar fornecedores capazes de produzir mais qualidade, com menor preço, e começam a experimentar novos produtos e novos fornecedores, em busca dessa economia e maior qualidade. Em decorrência, os produtores mais qualificados passam a ganhar negócios de seus concorrentes menos qualificados, sendo possível que alguns cheguem até a vender mais do que vendiam antes desse processo começar.

Isso indica que a crise representa uma grande oportunidade, sem dúvida alguma, para aqueles mais capazes de aproveita-la focando em melhorias, que deveriam ter sido feitas antes, mas que podem ser feitas agora. Com foco nessas melhorias é possível incrementar a competitividade do negócio e fazer com que ele fique apto a aproveitar o movimento no sentido de encontrar melhores produtos e fornecedores, que a crise exigirá de alguns e proporcionará a outros.

Quando o gestor não tem a capacidade de saber o grau de competitividade de seu negócio, o que ocorre com a grande maioria deles, precisará, pelo menos, saber identificar se o seu negócio está perdendo, ou ganhando, em relação aos concorrentes, em plena crise. Se estiver ganhando, resta um consolo, afinal, o seu negócio ainda está melhor do que o de seus concorrentes, porém, se ocorrer o inverso, a situação então será muito grave e passará a exigir mudanças, imediatas, para evitar, até mesmo, o mal maior, que seria insolvência do negócio.

Eu sei que, às vezes não é simples saber identificar em que situação está o seu negócio, no entanto, isso faz parte do papel do gestor, porque, antes de tudo, não pode ocorrer é a omissão em relação a isso, afinal, em uma situação como a atual, de tantas dificuldades, no mercado como um todo, essa omissão poderia trazer resultados definitivos e ruins. É preciso estar atento o tempo inteiro, essa é uma característica essencial das lideranças capazes de levar negócios ao sucesso. Então esteja pronto para garimpar alternativas e buscar soluções para seus negócios, sem deixar de lembrar que você pode contar com vários parceiros para isso.

 

NOVOS CONCEITOS EM GESTÃO DE NEGÓCIOS

Negócios devem ser geridos com absoluto rigor, ao longo de toda a sua existência, é esse o segredo do sucesso, no entanto, a experiencia demonstra que isso nem sempre ocorre em razão de que os gestores, como seres humanos que são, passam por momentos de relaxamento, sobretudo nos períodos em que a economia está em crescimento acelerado, como ocorreu no Brasil de cinco anos passados, quando os resultados empresariais frequentemente são muito bons e pouco ou nada exigem em termos de cuidados de seus executivos, para que continuem assim.

Nessa condições é muito frequente a gestão dos negócios se tornar frouxa e insegura a ponto de ser muito comum que ocorram situações em que apareçam maus executivos e que estes consigam lesar a empresa, sem que tais situações sejam detectadas pelos fracos controles da gestão e menos ainda por executivos que se tornaram despreparados para detectar situações anormais, especialmente, aquelas com origem, muitas vezes, em atitudes de seus próprios pares, pessoas que contam, em princípio, com a credibilidade e a confiança de todos, incluindo aqueles que deveriam conduzir e verificar os mecanismos de controle da gestão. Com frequência é esse o motivo pelo qual as empresas acabam enfrentando, até dificuldades insuperáveis, quando a economia entra em um ciclo de declínio e os resultados já não acontecem com a mesma facilidade e passam a depender de crescentes níveis de competitividade, porque a competitividade está, de forma muito intensa, relacionada com a existência de uma gestão competente e rigorosa dos recursos da empresa.

Esse é o motivo pelo qual as crises, muitas vezes, são saudáveis e até necessárias para que empresas se mantenham competitivas, ainda que se possa lamentar que precise ser assim.

As crises, de fato, acabam expondo as fragilidades da gestão das empresas e exigem uma corrida em busca de soluções para os problemas que acabam aparecendo nesses momentos, surpreendendo as lideranças que até então estavam acostumadas com uma empresa que perecia tão bem administrada, que tinha resultados positivos e na qual tudo funcionava de maneira equilibrada, lucrativa e segura. A crise chega e acaba, em muitos casos, demonstrando que a competitividade não mais existe, que os resultados, frequentemente, são negativos e a gestão se tornou insegura ao longo do tempo.

Com a crise é chegada a hora de buscar a retomada da seriedade da gestão e dos resultados, surge a necessidade de aprendizado de novas práticas, de novos métodos e, possivelmente, de novas tecnologias, além de muito trabalho e muito rigor, em busca da recuperação da capacidade de gestão que foi perdida, em meio às luzes e o brilho do sucesso temporário e da ilusão criada pela facilidade dos altos lucros, “puxados” pela grande intensidade do crescimento da economia e que mascaravam todos os problemas internos.

A empresa agora precisa se reinventar, se recriar. É preciso buscar ajuda e a maneira mais comum é abrir as portas para as consultorias, empresas de treinamento e outros tipos de “educadores”, entre os quais se destacam, na atualidade, os palestrantes e os coaches.

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No caso da recuperação de negócios em situação de risco, especialidade com que trabalhamos há vários anos, as empresas têm a oportunidade de buscar socorro em palestras e consultorias de profissionais competentes, que embora não sejam muitos, trazem resultados fantásticos para seus clientes. A questão é saber “separar o joio do trigo” para evitar a realização de gastos sem os correspondentes resultados. Esse é um trabalho com o qual a nossa convivência já atinge mais de 30 anos, apresentando resultados positivos e, frequentemente, inovadores, o que é muito motivador e nos permite emitir uma opinião qualificada sobre o tema.

A crise destrói os resultados e a confiança das empresas, portanto, o trabalho de recuperação é um trabalho de resgate da alma da empresa, do brilho do olhar das pessoas, dos sorrisos de quem sonha e acredita na capacidade de realizar esses sonhos. Fazer esse resgate com sucesso é realizar uma missão que vale uma vida de dedicação ao estudo de casos, à experimentação de ideias, ao aprendizado das novas teorias, à vocação para ajudar as pessoas a conquistarem o conhecimento, que julgarem necessário, ao objetivo de passar da dificuldade ao sucesso, tão rapidamente quanto possível.

Palestras e consultorias são excelentes instrumentos para as empresas que buscam alternativas, neste momento de dificuldades, e ambas têm suas características próprias. As consultorias consomem tempo, custam mais caro e são conduzidas para ensinar a empresa a fazer algumas coisas de modo diferente e buscar, portanto, resultados que a forma antiga não permitia obter. Palestras são um tratamento de choque, são mais baratas e têm o poder de mudar as idéias das pessoas da organização de modo a fazer com que elas encontrem novas alternativas e melhorem os resultados. Palestras transformam pessoas, transformam empresas porque mudam estados mentais e podem gerar resultados imediatos, na motivação das pessoas, na cultura empresarial e no caixa das empresas. O que seria melhor para o seu caso? Essa é uma avaliação que você precisa fazer, considerando a opção em que você acredita mais intensamente, porque, de fato, ambas são excelentes opções.

Boa parte dos palestrantes, como nós, fazem palestras e consultoria e, nesse caso, considerando que a pessoa seja a mesma para a consultoria e para a palestra, é sempre melhor começar pela palestra, porque ela tem efeito mais rápido, ela procura transformar as pessoas e faz com elas se sintam donas das soluções que surgirem, o que não ocorre no caso da consultoria, na qual o consultor planeja e implementa a solução, geralmente, ficando com o mérito maior do trabalho.

O mais importante, no entanto, é não deixar que a empresa fique paralisada pelas dificuldades, que as soluções sejam tentadas, porque a única forma de acontecer uma saída é buscando formas de mudar para alcança-la, afinal, ainda que você ache que a culpa pelos problemas seja de agentes externos, eles, com certeza não farão as mudanças que sua empresa precisa, portanto, essas mudanças dependem somente das lideranças da própria empresa e da capacidade que tenham de encontrar bons parceiros para ajuda-los.

Não há dúvida de que há a necessidade de mudar, afinal, sem mudanças das atitudes, ações, processos ou decisões não é possível obter resultados diferentes dos que se vem obtendo e, considerando que os resultados atuais não são satisfatórios, outros resultados exigem algum tipo de mudança. Escrevi um e-book no qual apresento um metodologia muito simples para a construção de uma cultura vencedora e capaz de reverter um quadro de dificuldades com o qual a empresa esteja convivendo. Você pode obter esse e-book agora mesmo, CLIQUE AQUI!

Conte conosco sempre!

João D Caetano de Oliveira

CAETANO DE OLIVEIRA – Palestras, Consultoria e Negócios Digitais Ltda.

jcaetanodeoliveira@gmail.com

Cel.: (47) 9968-6158

Caetano de Oliveira

Caetano de Oliveira é Coach, Empreendedor e Consultor de Resultados. Economista, possui três cursos de Pós-Graduação em nível de Especialização: Planejamento Estratégico (INPG), Gestão Empresarial (MBA FGV) e Mediação e Arbitragem (UNIVILLE). Coach pelo IBC.

Website: http://caetanodeoliveira.com.br

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